O que fazer em Palhoça – Santa Catarina – SC

Palhoça – Santa Catarina – SC! E aí, beleza? Sabe aquela cidade que é tipo um segredo bem guardado, que tem de tudo, mas sem aquela muvuca? Essa é a vibe de Palhoça, aqui em Santa Catarina. Longe da loucura de Floripa, mas coladinha na capital, a cidade é o lugar perfeito pra quem quer um rolê que mistura praia, montanha, natureza e uma galera super de boa. É tipo o melhor dos mundos: a tranquilidade do interior com a conveniência de estar perto de tudo.

Então, se liga nesse guia que eu montei pra você não perder nada por lá. É um roteiro completo, cheio de dicas e com aquele papo reto pra você curtir de verdade, sem perrengue! Bora lá?

O que fazer em Palhoça – Santa Catarina – SC: +10 atrações e dicas

A real é que Palhoça é um baú de surpresas, sabe? A cidade é gigante, tem uma parte mais urbana e uma de paraísos naturais. Por isso, a gente separou umas paradas que são imperdíveis pra você conhecer, pra ir na manha, sem correria.

  1. Relaxa e Acelera na Praia do Sonho Imagina uma praia com um nome que já te diz tudo? Essa é a Praia do Sonho. Sabe aquelas águas calminhas, que parecem uma piscina natural? É bem isso. Perfeito pra quem tá com criança ou só quer dar um mergulho de boa, sem se preocupar com as ondas. O visual é show de bola, com a areia branquinha e a vegetação nativa em volta. Deu pra entender por que o nome é Praia do Sonho, né?A lenda aqui é que um pescador sonhou com o lugar e, quando acordou, foi lá e encontrou essa joia. Verdade ou não, o fato é que a praia é um point de paz e um dos lugares mais bonitos pra você ver a natureza de pertinho. É tipo uma terapia natural, saca?
  2. Se Joga no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro Pra galera que curte natureza raiz, o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro é o paraíso. É a maior área de preservação de Santa Catarina, imagina só! Aquele rolê de fazer trilha, ouvir o canto dos pássaros e se sentir no meio do mato, é aqui que acontece.O parque é gigantesco, tem mais de 80 mil hectares, com cachoeiras, morros e uma fauna e flora que são um espetáculo. É o lugar perfeito pra quem quer se desconectar do celular, fazer umas trilhas e recarregar as energias. Sem contar que a vista lá de cima, meu amigo, é de outro planeta.
  3. Descubra a Vibe da Guarda do Embaú A Guarda do Embaú já tem fama mundial e, sim, uma parte dela fica em Palhoça. O lugar é um point de surfistas, mas a vibe é tão tranquila que agrada a todo mundo. Pra chegar na praia principal, você tem que atravessar um rio de águas rasas, que dá pra ir a pé. É um rolê super diferente e que já vale a foto.A praia é linda, tem uma areia macia e o mar é perfeito pra quem quer aprender a surfar ou só ficar na água. Sem contar que a vilazinha em volta tem uns restaurantes e pousadas com uma atmosfera meio rústica e charmosa. É pra ir e não querer mais voltar.
  4. Aventurão na Ilha de Papagaio Já pensou em passar o dia em uma ilha que parece ter saído de um filme? A Ilha de Papagaio é isso. A ilha tem uma pousada e uma estrutura super legal pra passar o dia, com trilhas, praias e uma fauna e flora que são um show.O lugar é um santuário de paz e um point pra quem curte ecoturismo. Dá pra fazer trilha de boa, observar os pássaros e ainda curtir um banho de mar em uma praia quase particular. A Ilha de Papagaio é um daqueles lugares que você guarda na memória pra sempre.
  5. A História e a Paz na Enseada do Brito Se a sua vibe é mais tranquila, a Enseada do Brito é o seu lugar. O bairro é um dos mais antigos de Palhoça, com uma arquitetura açoriana que te transporta pra outra época.É um rolê cultural super legal, com a igreja, a praça e as casinhas que contam a história da região. Além disso, a praia é super calma, com águas tranquilas e um visual incrível. Perfeito pra quem quer relaxar, tirar umas fotos e ainda aprender sobre a história de SC.
  6. Conheça a Praia de Fora A Praia de Fora é outro segredo de Palhoça. O lugar tem uma vibe mais selvagem, com a natureza mais presente e um visual de cinema. É um point pra quem busca tranquilidade e um contato mais direto com a natureza.A praia é super calma, com águas cristalinas e uma paisagem que te faz esquecer do mundo lá fora. É um lugar perfeito pra quem quer dar uma caminhada, fazer umas fotos e curtir um pôr do sol de tirar o fôlego.
  7. A Rota Gastronômica da Enseada do Brito Se liga nessa dica: a Enseada do Brito não é só história e tranquilidade, não. O lugar tem uma de restaurantes que são um paraíso pra quem curte frutos do mar. A culinária açoriana é a estrela do show, com pratos feitos com peixe fresquinho, camarão e aquela tradição que só o interior tem.Dá pra sentar num restaurante de frente pro mar e pedir uma sequência de camarão ou uma moqueca que, sério, vai te fazer querer morar lá.
  8. Passeio de Stand-Up Paddle e Caiaque Com tanta praia de água calma, Palhoça é o point ideal pra praticar esportes aquáticos. Você pode alugar um stand-up paddle ou um caiaque e explorar a orla de um jeito diferente.Dá pra remar de boa, ir até umas ilhas mais afastadas e ainda curtir o visual da cidade de uma perspectiva única. É um rolê super divertido, e que dá pra fazer com a família inteira.
  9. A Praça da Matriz: O Coração da Cidade A Praça da Matriz, no centro de Palhoça, é o coração da cidade. É lá que o pessoal se encontra, que as famílias levam as crianças pra passear e que a vida de Palhoça acontece.A praça é super charmosa, com uns jardins bonitos e a Igreja Matriz em volta, que dá um ar histórico pro lugar. É um point pra quem quer sentir a energia da cidade e ver o dia a dia da galera.
  10. Aventurão na Trilha do Morro da Coruja Pra quem curte um rolê mais hardcore, a Trilha do Morro da Coruja é o desafio perfeito. A trilha é meio puxada, mas a recompensa é uma vista de tirar o fôlego. Lá de cima, dá pra ver a cidade inteira, as praias e a imensidão do mar.É um rolê de aventura, mas que te dá uma sensação de dever cumprido e de paz. Perfeito pra quem quer se testar e ser recompensado com uma paisagem de cinema.
  11. Conheça a Praia da Pinheira Coladinha em Palhoça, a Praia da Pinheira é um destino que vale a pena conhecer. A praia é um point de pescadores, com uma vibe mais rústica e tranquila.É o lugar perfeito pra quem quer comprar peixe fresquinho, dar uma caminhada na areia e ainda curtir um pôr do sol que é um espetáculo. A Praia da Pinheira é um desses lugares que te fazem voltar pra casa com a alma lavada.
  12. Explore a Serra do Tabuleiro de Carro Pra quem não é muito de trilha, mas quer curtir o visual da serra, dá pra fazer um rolê de carro pelo Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. As estradas têm umas vistas incríveis, e dá pra parar pra tirar umas fotos e curtir a paisagem.É um rolê mais tranquilo, mas que te dá uma sensação de aventura e de paz. Perfeito pra quem quer curtir a natureza sem se cansar muito.

Fatos Interessantes de Palhoça

  • A Praia do Sonho é um dos únicos locais da região que preserva a vegetação nativa da mata atlântica, com uma rica fauna e flora que te surpreende a cada passo.
  • O Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, que fica em Palhoça, é a maior unidade de conservação de Santa Catarina, e abrange 10 municípios.
  • A Guarda do Embaú é um dos grandes tesouros de Palhoça, e é um dos únicos locais da região que preserva a vegetação nativa da mata atlântica.
  • A Ilha de Papagaio é um dos únicos locais da região que preserva a vegetação nativa da mata atlântica, com uma rica fauna e flora que te surpreende a cada passo.
  • A Praia do Tomé é um dos únicos locais da região que preserva a vegetação nativa da mata atlântica.
  • A Enseada do Brito é um dos únicos locais da região que preserva a vegetação nativa da mata atlântica, com uma rica fauna e flora que te surpreende a cada passo.
  • A Praia de Fora é um dos únicos locais da região que preserva a vegetação nativa da mata atlântica.

Dicas práticas adicionais

  • Onde ficar: Palhoça oferece algumas opções de pousadas e hotéis simples e acolhedores, mas a variedade é maior em cidades vizinhas, como São José da Laje e União dos Palmares. A dica é pesquisar e reservar com antecedência, especialmente se você for na alta temporada de eventos.
  • Períodos indicados para visita: A cidade é agradável o ano todo, mas a alta temporada é durante as festas sazonais, como a Festa do Peão de Boiadeiro em julho/agosto e o Encontro de Motociclistas. Se você busca mais tranquilidade, os meses de baixa temporada são os ideais.

História

Fundação e início da colonização

Em 31 de julho de 1793, o então governador João Alberto Miranda Ribeiro enviou o ofício nº 7 ao Conde de Rezende, Vice-Rei do Brasil. Este documento, transcrito abaixo, é considerado a “Certidão de Nascimento” de Palhoça.

No. 7.—31 de Julho de 1793.

“Ilustríssimo e Excelentíssimo Senhor. — Não havendo nesta Ilha muitos indivíduos, ou falando com toda franqueza, não havendo nenhum que supere Caetano Silveira de Mattos, na minha opinião para os importantes fins aos quais o designo e de que já comecei a me valer, julgo ser indispensável da minha obrigação apresentar na respeitável presença de Vossa Excelência o seu mérito. Este homem é diligente e zeloso para o serviço, é muito laborioso e bastante abastado, pois possui alguns mil cruzados: ele iniciou um notável empreendimento no sertão, digo no interior do sertão da Terra Firme, no caminho que leva à vila de Lages, onde mantém numerosa escravatura, e grandes derrubadas, para começar suas plantações. Agora mesmo se encontra atualmente dedicado à construção de um armazém ou Palhoça, que mandei erguer nos bosques da Terra Firme, para criar um depósito de farinha, com o qual possa subsistir naquele local, caso me seja necessário me recolher a ele, depois de fazer na Ilha toda a resistência que me for possível aos inimigos. Para aceitar esta incumbência não foi preciso mais, do que perceber a minha vontade, e asseguro a Vossa Excelência que o encontro com disposição de superar quaisquer dificuldades, empregando para vencê-las, sua própria pessoa, ou seus escravos e tudo quanto tem; queira Vossa Excelência ter a gentileza de ponderar agora por um momento, e tenho suficientes motivos para me persuadir, que será muito da grandeza de Vossa Excelência recompensar um vassalo de tão excelentes qualidades. Já tenho informações que meu predecessor havia sugerido a Vossa Excelência este homem para Capitão do forte de São Francisco Xavier da praia de fora desta vila, com a condição de que à sua custa reconstruiria o referido forte, que se encontra bastante arruinado. Esta mesma mercê é a que peço novamente a Vossa Excelência pelos motivos que acabo de mencionar, mas se houver nisto alguma contradição ao agrado de Vossa Excelência, que prevalece sobre tudo, me ocorre que Vossa Excelência o pode atender ainda, nomeando-o capitão da companhia da infantaria auxiliar da freguesia de S. José, que se encontra vaga porque João Marcos Vieira que o era, consta que partiu para a corte de Lisboa onde se casou e se estabeleceu. Desta forma, senhor de prestígio, pode Vossa Excelência motivar um homem, que virá a ser muito útil ao serviço real, e que já o é, especialmente nas circunstâncias atuais em que me encontro; pois tendo aberto o caminho do sertão sob o melhor e mais ponderado plano de defesa que se pode adotar a respeito desta Ilha, havendo uma absoluta necessidade de promover sua cultura e sendo esse homem o de maiores recursos, que pode empreendê-lo e que já o iniciou, é muito digno de que Vossa Excelência o considere; e eu só terei o mérito de fazer com que Vossa Excelência o reconheça, para o premiar, deixando este prêmio de me constituir na maior obrigação a Vossa Excelência. Deus guarde a Vossa Excelência Venerador de Nossa Senhora do Desterro da Ilha de Santa Catarina, em 31 de Julho de 1793. Com a assinatura do Senhor Governador, João Alberto de Miranda Ribeiro. Ilustríssimo e Excelentíssimo Senhor Conde de Rezende, Vice Rei e Capitão-General de Mar e Terra do Estado do Brasil”[6][7]

Observe-se que a verdadeira intenção do ofício era solicitar uma patente militar para Caetano Silveira de Mattos, que, conforme mapas da época, possuía uma propriedade a oeste do local onde foi erguido o entreposto comercial. No entanto, pelo que se sabe, este é o primeiro documento que faz menção a Palhoça.

É evidente que, antes de Caetano Silveira de Mattos, já existiam construções rústicas erguidas por pescadores como abrigo ou depósito. Mas, uma construção permanente, com escravos e intenção de comércio, apenas o entreposto comercial. No entanto, conforme aponta Wilson Francisco de Farias, se o estabelecimento do entreposto comercial “ocorreu, tudo indica que fracassou, pois até meados do século XIX, não há qualquer referência ao povoado de Palhoça, mas tão somente às comunidades ao redor.” (Passa-vinte, Aririú, Barra do Aririú e Mirim)

Observe-se também que na relação de sesmarias doadas pelo governador da capitania no século XVIII, entre 1753 e 1800, no atual município de Palhoça, não consta o nome de Caetano Silveira de Matos como beneficiário, o que pode indicar que sua fazenda (e sesmaria) se localizava no atual município de São José.

Sesmarias

Sesmarias doadas pelo governador da capitania no atual município de Palhoça no século XVIII. De 1753 a 1800 José Luiz Marinho – 2 de junho de 1753 – Cubatão – 1.400 braças (2.400 m) Miguel Gonçalves Leão – 22 de junho de 1759 – Embaú – 4.500 braças (6.200m) Manoel de Miranda Bittencourt – 11 de junho de 1759 – Cubatão – 750 braças. (1.200 m) José Luiz Marinho – 20 de agosto de 1774 – Aririú – 750 braças (1.200 m) Pedro da Silva Barros – 15 de março de 1781 – Massiambu – 400 braças (640 m) Matheus Caetano de Souza – 2 de dezembro de 1786 – Aririú – 750 braças (1.200 m) Manoel Garcia Pires Machado – 19 de agosto de 1788 – Enseada de Brito – 750 braças (1.200 m) João de Souza Bitencourt – 19 de fevereiro de 1789 – Cubatão – 400 braças (640 m.) Manoel Vieira Fernandes – 30 de setembro de 1790 – Cubatão – 950 braças (1.520 m) Manoel Soares Ferrão – 30 de maio de 1791 – Passovinte – 360 braças (576 m) Aleixo L. de Andrade – 30 de setembro de 1791 – Passovinte – 190 braças (304 m) José Rodrigues da Costa – 17 de janeiro de 1794 – Cubatão – 350 braças (560 m.) Obs: A medição da sesmaria era feita sempre de frente para algum acidente geográfico: rio, mar, lagoa, etc. O fundo não era medido, de forma que, dependendo da localização, tinham fundo ilimitado.[8]

Para todos os efeitos, no entanto, Caetano Silveira de Mattos foi considerado o fundador de Palhoça. É de se destacar que ele, conforme o ofício, já estava começando a plantação quando o texto foi escrito. Isso significa que as benfeitorias já existiam antes da correspondência.

“Art. 1° – Fica desmembrado da paróquia de São José o distrito policial de Palhoça, para formar uma nova freguesia, sob a invocação do Senhor Bom Jesus de Nazaré. Art 2º – A nova freguesia terá por limites: Ao norte, o rio Imaroim até a divisa da freguesia de São Pedro de Alcântara; ao sul, o rio Cubatão até os limites da freguesia de Santo Amaro do Cubatão; a leste, o oceano; a oeste, as freguesias já mencionadas. Art. 3º – Servirá de Matriz a capela em construção, na sede da mesma freguesia. Dado e passado no Palácio do Governo da Província de Santa Catarina, aos oito de novembro do ano de mil oitocentos e oitenta e dois. (Ass.) Antônio Gonçalves Chave, Presidente da Província. “ [9] Em 1886, a Lei 1141, datada de 27 de setembro, transforma o distrito policial em Distrito de Paz. No entanto, ela não foi efetivada, por não ter sido realizada a eleição recomendada. Somente em 1891 é que ela foi instalada através de uma segunda Lei, a de nº 44, de 29 de janeiro.


Casas Iluminadas

Em 1928 as lâmpadas não seguiam os mesmos padrões de hoje; sua capacidade de luminosidade era especificada na lâmpada em “Velas” e a soma de três lâmpadas poderia ser 82 velas ou 73 velas. Uma lâmpada podia ser de 32 velas ou 25 velas. Não havia na lâmpada a especificação em Watt como nas lâmpadas atuais. O sistema era simples, um livro com o nome de todos os moradores, em ordem alfabética, que possuíam lâmpadas instaladas em suas casas, com as seguintes informações: Nome do contribuinte, quantidade de lâmpadas, soma total de velas, valor a ser pago, mês de cobrança e um campo para as observações. No campo “observações” a pessoa encarregada pela cobrança anotava as alterações ocorridas e os casos particulares, como por exemplo: “Mantém só 2 lâmpadas acesas” ou “Diminuiu 15 velas paga 8300″ouaindaseomoradorincluıˊssemaisumala^mpada”Mais16velas.Paga17100”. Não havia medidor de energia, o consumo era cobrado pela soma de velas das lâmpadas. Prevalecia uma relação de honestidade e alta confiança entre a sociedade da época e a empresa fornecedora. O preço era de 1000(mil−reˊis)paracada10velas,ouseja,umala^mpadade32velascustava3200 mensais. Apenas as famílias mais abastadas e que moravam nos locais por onde passava a rede elétrica podiam ter o privilégio de possuir lâmpadas em suas residências. Não há registros de qualquer outro tipo de equipamento elétrico em 1928 nas residências em Palhoça. Em Maio de 1929 a empresa “Baasch & Cia” foi a primeira casa comercial palhocense a instalar 2 lâmpadas num total de 41 velas, dando início à modernidade no comércio da cidade. Em 1931 Palhoça já possuía 50 casas com lâmpadas.[10]


Primeira escola

Em 3 de maio de 1870 o vice-presidente da província Dr. Manoel Vieira Tosta aprovou a lei nº 629 da Assembleia Legislativa, criando a primeira escola do sexo masculino na sede do povoado de Palhoça. A Escola foi inaugurada com a matrícula de 15 alunos. Durante seus primeiros vinte e sete anos o cargo de professor foi exercido por José Rodrigues Lopes. Em abril de 1897 José Rodrigues Lopes obteve sua aposentadoria, sendo José Lupércio Lopes o professor sucessor. Em 1918 Palhoça possuía 29 escolas estaduais com um total de 1138 alunos, assim distribuídas: Distrito Palhoça – 7 Santo Amaro da Imperatriz – 7 Santa Isabel – 6 Enseada do Brito – 3 Teresópolis – 3 Santa Teresa – 2 São Bonifácio – 1 Mais 10 escolas foram subsidiadas pelo município no mesmo ano, beneficiando 339 alunos. Em 17 de junho de 1920, o governador Hercílio Pedro da Luz baixou o decreto lei nº 3.190 criando as Escolas Reunidas de Palhoça. A escola reunida existente na sede do município foi em 19 de janeiro de 1927 elevada à categoria de grupo escolar pelo decreto nº 2.017 assinado pelo então governador Adolfo Konder. Em 1932, após a conclusão das obras do novo prédio, foi inaugurado o Grupo Escolar Professor Venceslau Bueno, sendo diretor o professor Guilherme Wiethorn Filho.[10]


Divisão político-administrativa

Conforme o Prof. José Lupércio Lopes (Palhoça: notícia estatístico descritiva, 1939, p. 15), o Município de Palhoça, em 1938, tinha uma área de 3.145 km². Esta área foi ampliada para aproximadamente 4.770 km² com a anexação de Garopaba. Do antigo Município de Palhoça surgiram, com o tempo, outros municípios que, por sua vez, deram origem ou não a outros novos. O quadro abaixo mostra essa evolução, bem como explica as emancipações que ocorreram e de onde se originou cada município que fazia parte do território inicial de Palhoça. A fonte das gravuras e das explicações foram retiradas ou deduzidas do Atlas Escolar da Santa Catarina, 1991 e da obra do Prof. Lupércio Lopes. Atualmente, Palhoça faz parte da Microrregião Geográfica de Florianópolis, juntamente com os municípios de Biguaçu, São José, Florianópolis, Governador Celso Ramos, Antônio Carlos, São Pedro de Alcântara, Santo Amaro da Imperatriz e Paulo Lopes. Essa Microrregião ocupa uma área de 2515 km² e seus municípios integrantes possuem características naturais e socioeconômicas semelhantes. Faz parte ainda, juntamente com os municípios de Águas Mornas, Alfredo Wagner, Angelina, Anitápolis, Antônio Carlos, Biguaçu, Canelinha, Florianópolis, Garopaba, Governador Celso Ramos, Leoberto Leal, Major Gercino, Nova Trento, Paulo Lopes, Rancho Queimado, Santo Amaro da Imperatriz, São Bonifácio, São João Batista, São José, São Pedro de Alcântara e Tijucas, da Associação dos Municípios da Grande Florianópolis.


Distrito Enseada de Brito

Enseada de Brito, único distrito além da sede que restou da divisão do antigo território de Palhoça, foi fundada pelo vicentino Domingos Peixoto de Brito, em 1650, que ali ficou apenas por dois anos, mas deixou seu nome associado à povoação. Ela foi elevada à categoria de Distrito Policial em 13 de abril de 1750 e à Freguesia em 13 de maio do mesmo ano. Por muito tempo ficou isolada do restante do Município, havendo comunicação somente por mar. Apesar disso, já no início de sua colonização se destacou pela pesca e pela agricultura. Há até mesmo relatos da existência de vinhedos e fabricação de vinho na região. Durante o auge do desenvolvimento palhocense, possuía muitos engenhos de farinha e olarias, exportando, juntamente com o pescado e frutas, a maior parte de sua produção para Desterro. Deve-se dar ênfase ao fato de que Enseada foi uma das regiões onde primeiro se estabeleceram imigrantes açorianos.


Primeira capela

Praça 15 de Novembro em Palhoça 1928 A primeira capela de Palhoça foi erguida com invocação de Nossa Senhora do Parto. Na foto de 1928 observa-se a capela integrada ao pequeno centro comercial em torno da Praça 15 de Novembro, onde atualmente se encontra o Jardim Governador Ivo Silveira.


Divisão

O prefeito Ronério Heiderscheidt (PMDB), anunciou no dia 11 de março, uma proposta de dividir o município em dois. De acordo com a assessoria de imprensa, a emancipação da parte sul de Palhoça, onde ficam as praias, tem fins de investimento turístico.[11] Ainda de acordo com a assessoria, a proposta será encaminhada para uma audiência pública. Dos 150 mil habitantes de Palhoça, cerca de 30 mil residem na região sul, que se estende do Centro até a Baixada Maciambú, passando pelas praias do Sonho, Pinheira, Guarda do Embaú e Praia de Fora.

O que fazer em Palhoça – Santa Catarina – SC

Palhoça é uma cidade que te convida a desacelerar e a se conectar com a natureza e com a autenticidade da vida alagoana. Com suas paisagens de tirar o fôlego, sua rica história e suas tradições vibrantes, a cidade oferece uma experiência completa e inesquecível. Com este guia em mãos, você está pronto para desvendar os segredos de Palhoça e se apaixonar por um dos destinos mais autênticos de Santa Catarina.

Já visitou Palhoça? Conta pra gente nos comentários qual foi sua atração favorita ou qual delas te deu mais vontade de conhecer!

### Dados Importantes

Com uma população de aproximadamente 170 mil habitantes, Palhoça é uma cidade que cresce a cada ano. Para mais informações sobre a cidade, você pode visitar o site oficial da Prefeitura de Palhoça em [palhoca.sc.gov.br](https://www.palhoca.sc.gov.br).